Monday, 6 Dec 2021

SAIBA TUDO SOBRE TAQUETÁ VOL.1, LANÇAMENTO DE RODRIGO ALARCON MARIANA FROES E ANA MÜLLER

Uma viagem pelo melhor da mpb brasileira. Assim poderia ser definido o projeto Taquetá vol.1, que reúne três grandes artistas da música nacional: Ana Müller, Rodrigo Alarcon e Mariana Froes. Com produção musical de Niela Moura, o trabalho traz sonoridades diferentes com referências aos clássicos da música nacional dos anos 50 e 60.

O projeto começou com a intenção de lançar apenas uma canção no final de 2020 em conjunto. Depois de compor outras músicas, uma delas desenvolvida de forma conjunta entre Rodrigo e Ana, a “Às vezes bate uma saudade”, Niela propôs a gravação do EP. Na entrevista, os artistas contaram sobre o processo de produção e bastidores do lançamento com selo Taquetá. 

Ouça agora “Às vezes bate uma saudade”, uma das canções do EP!

Das memórias de família para Taquetá Vol.1

Muito mais que referências ao cenário artístico nacional, o trabalho de Mariana, Rodrigo e Ana traz lembranças musicais que fazem parte da trajetória de cada um dos artistas. O cantor e compositor paulista conta que seu contato com a música veio através das avós Sônia e Maria Luiza. 

Enquanto Sônia te presenteou com CDs de Jazz e apresentou Frank Sinatra e Orlando Silva, a avó Maria trouxe referências como Bethânia, Ney Matogrosso e Zeca Pagodinho. Essas influências foram levadas como referência para o EP.

“O bolero era uma das referências mais claras para a minha avó, tanto que quando mostrei a música Passageiro pela primeira vez para minha mãe, ela até chorou e disse ‘sua avó Sônia ficaria muito orgulhosa de ouvir isso’”, relembra Rodrigo. 

Para Mariana, a paixão pela música popular brasileira veio da mãe. Ela colocava canções de Caetano, Gilberto Gil e Chico Buarque para a cantora ouvir no carro, hábito que começou quando Mari era ainda muito pequena.

A compositora goiana conta que não atuou no processo de composição das canções, mas trouxe a forma de se expressar de Maria Bethânia como referência. “A forma como a gente sente, canta e interpreta a música vem das referências que a gente tem ao longo da vida e, justamente essa galera da mpb antiga é quem mais inspirou o meu jeito de cantar”. 

Dona do encantador e poderoso álbum Prelúdio, Ana conta que as referências e influências do EP fazem parte da sua história e são permanentes em sua vida. “Eu vinha de um disco muito denso e voltei para essas origens de ouvir o que sempre escutei”, aponta. 

Ela ainda conta que a musicalidade do disco tem muito a cara da produtora responsável por orquestrar e produzir todo o lançamento. Rodrigo completa que Niela, “teve a sacada de pegar a matéria bruta que já tínhamos, conseguiu encontrar nossas referências e colocar as coisas dela”. 

Um encontro de amigos e a gravação na pandemia

Antes do EP, Rodrigo já havia lançado canções com Ana e Mariana. A artista do Espírito Santo conta que conhece Rodrigo há bastante tempo e começaram juntos a “loucura de ser artista”. O encontro dos três foi selado pela gravadora Taquetá, que é quem dá nome ao disco. 

Mesmo com a proximidade entre os três artistas, a gravação da pandemia representou um momento de desafios para Ana e Rodrigo. O cantor do hit “Apesar de querer”, conta que lidar com a própria cabeça nesse momento foi um grande desafio. “Para mim, ser artista independente nessa pandemia é um desafio, admiro cada vez mais nossa classe”, comenta. 

Ana conta que tinha muito receio de sair de casa. Antes da pandemia, a compositora já estava numa fase mais reclusa. Ela relata que ao ir para estúdio gravar “bateu uma ansiedade que tive que parar, porque é uma situação nova e tem essa tensão desse mundo novo”. 

Apesar dos desafios, Ana avalia que o projeto a salvou nesse período de pandemia e conta que “fazer o EP, falar de coisas leves, de amor em meio a pandemia” foi uma boa experiência. , de se conhecer e ver a Mari. Apesar de conhecer aquele dia a Maria, mesmo de longe ela conseguiu me acalmar muito no estúdio, mesmo de longe. Espero que tenha um volume dois.

Já a cantora Mariana conta que estava com saudade de gravar e, a volta aos estúdios foi uma boa experiência. Ela conta que “gravar e ver os meninos foi incrível”. Ana completa: “apesar de conhecer a Mari naquele dia, mesmo de longe, ela conseguiu me acalmar muito no estúdio. Espero que tenha um volume dois!”. 

Vem aí

Ana, Rodrigo e Mariana fizeram mistério ao não revelar quais são os próximos passos dessa parceria. Fica o alerta de que,com toda certeza, projetos incríveis estão saindo do forno!

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