Thursday, 21 Oct 2021

“DESANUVIAR” MARCA O INÍCIO DA CARREIRA SOLO DA MINEIRA PRI GLENDA

Foto: Luana Buenano

Com participação de Marquim D’ Morais, Pri Glenda lançou hoje, dia 22, DESANUVIAR, seu primeiro single solo que fala sobre novos começos, que criam raízes no presente. Inspirada na dor e delícia de sua trajetória como mulher e artista, Pri transforma em letra e música seu mergulho na busca por se (re)conhecer e valorizar a própria força, mantendo-se em movimento constante.

“Essa música nasceu de um desejo de contar pra mim mesma que não preciso comparar minha trajetória com as das outras pessoas (..). E para anunciar o meu voo solo, em busca da minha própria força, que nem sempre acredito, mas sigo em movimento para tomar as rédeas da minha vida.”

Marquim D´Morais é cantor, compositor, poeta e capoeirista nascido e criado na favela do Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, que está há 23 anos mergulhado na cultura e musicalidade. “O trabalho do Marquim tem uma sonoridade ímpar, fruto de uma imersão profunda nas vivências e na diversidade de território onde vive” relata a cantora.

DESANUVIAR, que já estreia com um clipe lindo e construído pela artista e amizades apoiadoras de seu trabalho, é uma amostra do seu primeiro EP solo, que será lançado nos próximos meses. O projeto, composto por mais 3 singles, abarca em suas composições a voz marcante, a interpretação cheia de energia e a atitude questionadora de Pri Glenda, tal qual ela se apresenta ao mundo.

Assista!

SOBRE PRI GLENDA

Mineira de Belo Horizonte, Pri Glenda possui uma trajetória artística tão versátil quanto sua personalidade. Semifinalista do programa Ídolos da Rede Record, fundou em BH um trio de samba e MPB, com o qual já realizou mais de 600 shows; integrou o projeto autoral “Djambê”, cantando e produzindo a banda que, em uma kombi, rodou o país em turnê do disco “Encruzilhadas”; é puxadora dos blocos carnavalescos mineiros “Juventude Bronzeada” e “É o Amô” arrastando milhares de foliões e é fundadora, cantora e compositora do coletivo feminino – e feminista – “As V.A.D.I.A.S”.

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